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Blog de Pedagogia



 

Bem vindos, aproveitem as sugestões e deixem seus comentários.

" quem ama, educa" ( Içami Tiba )

 

 

"O estudo da gramática não faz poetas. O estudo da harmonia não faz compositores. O estudo da psicologia não faz pessoas equilibradas. O estudo das " ciências da educação" não faz educadores. EDUCADORES não podem ser produzidos. EDUCADORES nascem".

Rubem Alves

 

Todo conhecimento começa num sonho. O conhecimento nada mais é que a aventura
pelo mar desconhecido, em busca da terra sonhada. Mas sonhar é coisa que não
ensina. Brota das profundezas da terra. Como mestre só posso então lhe dizer uma
coisa: Conte-me seus sonhos para que sonhemos juntos”.
Comentem  a partir do segundo post. Obrigada. Daiane Lopes.

 



Escrito por Daiane Lopes às 22h23
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 Mais um mimo que me deixou muito feliz:


Recebi esse selinho do blog http://educadoresdesucesso.blogspot.com

Fiquei muito feliz com este singelo presente.


"Distribuir Prêmios e Mimos é uma forma de aproximar e criar vínculos com outros blogueiros. Então dou continuidade a esse prêmio, para "correr" pelos blogues, a fim de criarmos mais laços de amizade. Prêmio "Um Blogue de Ouro", esse é um presente para os blogues que transmitem mensagens de amor e carinho; que sejam criativos, seja por sua originalidade em criar o visual do blogue, como também ter personalidade própria. Ao receber esse Prêmio deve-se:


1- Oferecer a 10 blogues que tem o estilo de ser.


2- Deve exibir a imagem do selo do prêmio em seu blogue.


3- Não se esquecer de avisar (por comentário) os blogues que foram indicados por você.


E O OURO VAI PARA:"



Escrito por Daiane Lopes às 22h22
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Dislexia: transtorno de aprendizagem.

 

Dentre os inúmeros transtornos de aprendizagem presentes no CID, a dislexia é um dos que acometem uma parcela mais expressiva da população, algo em torno dos 14% na esfera mundial.

O aluno disléxico apresenta dificuldades em escrever, dificuldades com a ortografia e lentidão na aprendizagem da leitura. Frequentemente esses sintomas veem acompanhados de outros transtornos como a disgrafia (letra ilegível), discalculia (dificuldade em matemática, sobretudo com símbolos e com a tabuada), dificuldades com a organização e memória de curto prazo, dificuldades em seguir indicações de caminhos ou circuítos de tarefas complexas, dificuldades de compreender textos escritos ou uma segunda língua, entre outros.

Esses sintomas podem começar a aparecer desde a infância, cabe aos pais observarem e compartilharem tais característica da criança com o educador no momento da alfabetização, já que é nesta hora que pode-se verificar se a criança possui ou não dislexia.

Com a volta às aulas, esse é um desafio que se apresenta aos profissionais de ensino de todas as redes escolares públicas e privadas.

Reconhecer o aluno portador de dislexia e promover situações que deem oportunidade para esse aluno aprender dentro de suas possibilidades e em conformidade com seus pares é uma tarefa desfiadora e que deve ser levada a sério pelos educadores.

No contexto escolar é muito importante que os professores se dispam de preconceitos em relação aos alunos, na educação os rótulos são dispensáveis, visto que alunos portadores de transtornos de aprendizagem na maioria das vezes são taxados como preguiçosos, desatentos e sem interesse pelas tarefas escolares. Em contrapartida essas crianças tornam-se alunos infelizes e perdem o gosto pela sala de aula, uma vez que necessitam de estímulos diferentes para adquirirem as competências propostas pelo professor.

Uma vez diagnosticada tal dificuldade não cabe ao professor tratar desse aluno, esse deve ser acompanhado por uma equipe multidisciplinar, composta por psicopedagogo clínico, psicólogo e fonoaudiólogo que deverão indicar qual o tratamento específico para cada caso e a indicação de acompanhamento por outros profissionais se houver necessidade.

Ao educador cabe conduzir essa criança por um processo de aprendizagem que lhe proporcione uma aprendizagem significativa e dentro das possibilidades que ela pode corresponder. O aluno disléxico sempre consegue contornar suas dificuldades e encontrar seu caminho, ele constrói sua própria lógica e o educador tem que se mostrar sensível e capaz de aprender junto com ele.



Escrito por Daiane Lopes às 00h34
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Volta às aulas: dê um bom retorno ao mestre.

 

Mais um ano se inicía, mais uma turma, mais desafios pela frente. Diante do novo professor, olhinhos ansiosos e curiosos aguardam desvendar quem é esse mestre, quem é esse alguém que ocupa esse lugar tão especial, esse lugar de saber, de problematizar, de questionar, de auxiliar a nós, alunos, a descobrir quem somos...

É no fundo penso que seja isso mesmo, o educador tem a difícil tarefa de nos ajudar a descobrir quem somos, do que gostamos, em qual área mais nos destacamos, quais nossas fragilidades, quais nossos medos e desejos. E para isso ele utiliza fórmulas, teoremas, métodos, até sucata, qualquer coisa que possa nos ajudar a criar e recriar a nossa realidade e nosso mundo... há quem julgue o professor que ensina o teorema de pitagoras, àquele aluno que não consegue entender e diz: “eu não sei porque tenho que aprender isso, se nunca vou usar na minha vida”, na verdade também não recordo a aplicação, mas sei que o desafio por si só já dignifica a tarefa, ter que entender algo que você não sabe nem para que serve, é de alguma maneira um estimulante para o seu cérebro, mais tarde, aprender outras coisas que você vai poder utilizar.

Todo nosso conhecimento, por mais fútil que possa parecer no momento, tem um valor agregado nele, na pior das hipóteses serve pelo menos para você compará-lo com outro que lhe parece bom e assim poder julgá-lo mau... Quanto mais conhecimento, mais se sabe que nada se sabe, e maior a vontade de encontrar mais saber...

Por isso você, aluno, não despreze o que seu mestre tem a lhe ensinar, porém não deixe de se perguntar o que se esconde atráz de cada ensinamento, não deixe de duvidar do que você conhece, mas não esqueça de respeitar quem tem alguma coisa para lhe ensinar.



Escrito por Daiane Lopes às 23h51
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Um prêmio bem bacana


Pessoal, fiquei muito feliz em receber este prêmio da minha colega blogueira Naurelita, do blog educadoresdesucesso.blogspot.com. São esses gestos que fazem com que cada dia que passa tenhamos mais força para continuarmos a transmitir nossos pensamentos e valores sobre educação. É com imenso prazer que divido esse mérito com os leitores e com os demais blogs escolhidos para receberem o prêmio.
Com o Prêmio Dardos se reconhece os valores que cada blogueiro emprega ao transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc., que em suma, demostram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras. Esse selo foi criado com a intenção de promover a confraternização entre os blogueiros, uma forma de demonstrar carinho e reconhecimento por um trabalho que agregue valores à web.

O premiado deve, por favor, seguir essas instruções:
Deve exibir a imagem do selo em seu blog;

Deve linkar o blog pelo qual você recebeu a indicação;

Escolher outros 15 blogs a quem entregar o PRÊMIO DARDOS;

Avisar os escolhidos.

Assim conforme o regulamento do prêmio e julgando méritos e realizações, indico abaixo mais 15 blogs merecedores de tal distinção como difusores e incentivadores culturais os blogs a seguir:

http://educadorasim.blogspot.com/
http://cantodosprofessores.blogspot.com/

http://pedagogiadoafeto.blogspot.com/
http://fazendoartenaescola2.blogspot.com/

http://wwwbaladegoma.blogspot.com/

http://www.pirlim-pimpim.blogspot.com/
http://aconversacompais.blogspot.com/

http://4pilares.zi-yu.com/

http://educacaonapratica.blogspot.com/

http://orientadoreducacional.blogspot.com/

http://poemasversospoesia.blogspot.com/

http://www.amagiadeaprender.blogspot.com/

http://professorafeliz.zip.net/

http://espacoparasonhar.blogspot.com/

http://blog.orolix.com.br/blog/priscillaamaalfabetizar/


A todos o meu muito obrigado e meu desejo de sucesso!
Beijocas



Escrito por Daiane Lopes às 14h11
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Espero que gostem e aproveitem...

 

 

Cantinhos Exploratórios na Educação Infantil

A sala de Aula pode e deve ser um ambiente propício para desenvolver todas as habilidades de maneira prazerosa.
Uma sala de aula de Educação Infantil geralmente já possui inúmeros materiais adequados à realização de atividades lúdicas, previamente planejadas com o intuito de desenvolver as habilidades necessárias. Entretanto, venho através deste texto sugerir alguns "cantinhos" interessantes, muito simples de se criar e, principalmente, enriquecedores para o estímulo a descoberta.
Inicialmente tenho que deixar claro que aqui não vão "receitas" e sim sugestões, idéias, que devem ser analisadas, refletidas e adequadas à cada professor, a cada turma, a cada escola, e até mesmo, a cada aluno.
Proponho que conforme vá lendo as sugestões reflita sobre elas procurando dar o seu "toque pessoal" de acordo com as necessidades de sua turma. Algumas idéias lhe parecerão muito óbvias e lógicas, contudo nem sempre as utilizamos de uma forma contínua e por isso estão aqui inseridas.
Cantinho da Pesquisa:
Em uma caixa grande de papelão, ornamentada de forma a atrair o interesse das crianças – sugerimos que seja bastante colorida - podemos ter um acervo de revistas adultas e infantis, gibis e materiais de pesquisa como gravuras, fotos, desenhos diversos.
Tal caixa pode ser usada para pesquisas orientadas pelo professor – que são bastante comuns.
Exemplo: Vamos pesquisar fotos e desenhos de pessoas com roupas de frio.
Mas , tê-la em sua sala de aula, vai além disso, tem como objetivo manter as crianças em contato com diferentes formas de escrita e com o que está acontecendo no mundo a sua volta, além de ajudar em diferentes atividades onde sempre precisamos de folhas de revistas e fotos. Deixar as crianças explorarem livremente, inventando histórias e contando uma para outras, fazendo comparações das figuras com sua realidade são atividades simples e de suma importância para o desenvolvimento do vocabulário, do raciocínio lógico e da criatividade.
Peça ajuda aos responsáveis explicando a importância do "Cantinho da Pesquisa" e, certamente, terá sempre doações para enriquecer a caixa.

Cantinho da Leitura:
O Cantinho da Leitura não é o mesmo Cantinho da Pesquisa e é importante que os alunos compreendam a diferença assim como seus responsáveis.
Nesse "cantinho" devem conter livros de histórias infantis diversas adequadas à faixa etária dos alunos.
Praticamente todas as salas de aula de turmas iniciais já possuem este "Cantinho" que deve ser feito com estantes da altura das crianças e almofadas coloridas ou tapete emborrachado para a Hora do ouvir e contar histórias – Se na sua escola as crianças tem que ir até outra sala para realizar esta atividade ou se os livros ficam escondidos e longe do alcance dos pequenos – Repense esta prática! É muito importante que as crianças tenham contato com os livros, e os identifiquem como algo do seu dia a dia, que está ao seu alcance, com o que pode contar. Isso facilitará todo o processo de alfabetização e será imprescindível para tornar seu aluno um futuro leitor.

Cantinho da Música:
Sabemos que nem sempre é possível termos dentro de sala de aula um aparelho de som à disposição, porém este cantinho deve ser mantido dentro das possibilidades. Sugerimos gravar em CDs ou Fitas Cassete diferentes estilos musicais escolhidos pelo professor e pelo menos 1 preferido de cada aluno.
Temos várias sugestões de trabalho com músicas na Educação Infantil e estas são fundamentais sempre e não somente em aulas específicas de música, onde o tempo é muito limitado para a quantidades de atividades que podem ser realizadas.
Nesse mesmo cantinho sugerimos que tenha uma Caixa com instrumentos musicais, que podem ser confeccionados pelas próprias crianças com a ajuda do professor.
Acho que é bastante óbvio o benefício desta sugestão.

Cantinho da Sucata:
Tudo que poderia ser lixo serve para você professor de Educação Infantil como um recurso de grande valia. Construir brinquedos, bonecos, casinhas; usar tampas de refrigerantes, palitos, potinhos para contagem; simplesmente manusear e distinguir cores e formas de olhos abertos ou vendados; são somente alguns exemplos do que pode ser feito com este rico material.
Novamente digo que os responsáveis podem e devem ajudar no acervo das sucatas – Quanto mais os pais estiverem cientes e participativos do processo ensino – aprendizagem melhor para você professor, então: mãos a obra!

Cantinho das Dramatizações:
Imagine um baú repleto de chapéus, óculos, chales, bijuterias, maquiagens, fantasias, perucas, máscaras... Em frente a ele imagine um espelho na altura das crianças. Pronto! Você acaba de ter dentro de sua sala de aula um ambiente fascinante onde atividades corporais e de Jogo Simbólico serão realizadas.
Tantas coisas o professor pode fazer com esses materiais! Acho que nem preciso dizer mais nada...

Cantinho dos Jogos:
Os Jogos Pedagógicos confeccionados em EVA, cortiça, cartolina ou até mesmo os de madeira e borracha também devem estar ao alcance dos pequenos em um "cantinho" especial. Quebra-cabeças, Jogos de Encaixe e muitos outros... Sugerimos que caso não tenha como a escola oferecer nem tão pouco pedir ajuda aos responsáveis, que a professora vá confeccionando aos poucos, de acordo com as datas comemorativas por exemplo e colecionando-os numa Caixa também separada.

Brinquedoteca:
Um canto em sua sala com os brinquedos – não pode faltar!
E a sugestão dada aqui é que os momentos de brincadeiras com os mesmos também sejam, por vezes, supervisionados pelo professor ao qual pode fazer interferências criando situações-problemas, comparando-os a atitudes de sua realidade diária, provocando novas descobertas no meio das brincadeiras.
Um bom observador pode descobrir muito dos alunos através de suas brincadeiras e tirar proveito disso sempre.

Pasta de Gravuras:
Ler e interpretar é de fundamental importância para todos. Partindo do princípio que a leitura e a interpretação dos pequenos é através de figuras, fotos e desenhos; a proposta é criar uma pasta onde gravuras possam ser lidas e interpretadas.
Esta atividade pode ser realizada diariamente – uma gravura por dia – na hora da rodinha, orientada pela professora as crianças deverão descrever o que vêem nas gravuras e que entendem quando olham para elas.
Tal atividade requer do professor paciência para escolher gravuras adequadas às necessidades da turma e dinamismo para enriquecer sempre os depoimentos dos alunos de forma que seja útil para o processo.

A básica "chamadinha":
Na sua "chamadinha" básica além dos nomes e das fotos de seus alunos, da janelinha do tempo e dos dias da semana você pode incluir algo importante do dia: Uma notícia, uma data especial, um acontecimento na escola, ou simplesmente a conclusão do dia registrada por escrito juntamente com os alunos. Torne este momento diário sempre atraente e divertido. E lance mão destes recursos presentes em sua "chamadinha" sempre que necessitar não somente na hora da entrada.

Concluindo...
Cantinho das Artes, das Descobertas, das novidades, da TV, da Psicomotricidade... ... Usando sempre recursos diferentes para alcançarmos os mesmos fins. Assim, conseguimos dos alunos mais prazer, ávidos por novos conhecimentos e descobertas – Criança ama novidades e necessita delas para depois sim repeti-las diversas vezes e criar os seus conceitos. Reflita sobre seus objetivos e crie em sua sala de aula um ambiente facilitador de aprendizagem, um ambiente rico em conhecimentos, verdadeiramente estimulante e assim sendo desenvolverá mais que habilidades, desenvolverá o prazer de freqüentar a escola.

Continuarei num próximo post com mais idéias, dicas, sugestões e reflexões sobre o assunto.



Escrito por Daiane Lopes às 02h20
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É fundamental refletir sobre sua prática professor!

A Lição é um ato de refletir sobre a sua própria aprendizagem

( Madalena Freire )

O ato de refletir a lição deve ser um ato libertador. Libertador porque instrumentaliza o professor no que ele tem de mais forte: sua reflexão. Professor algum é dono de sua prática se não tem a reflexão de sua prática nas mãos.
Não existe ato de reflexão que não nos leve a constatações, descobertas, e, portanto, que não nos leve a transformar algo em nós, nos outros e no mundo. Portanto, dentro desta concepção - em que o ato de refletir é permanente centrado no eixo de cada professor - está implícito que não existe um modelo de reflexão(que fulana é melhor na lição dela, eu sou uma "m...")
Cada um tem sua reflexão, que está enraizada no seu tempo, no seu processo de apropriação de sua prática.
O que existe são tempos - histórias - distintos deste processo de aprofundamento da reflexão que, no fundo, é o processo de aprofundamento da própria formação.
A lição, a reflexão desse meu processo-formação só pode ser assumida mesma, por cada professor. Professor que coloca fora de si, num mito teórico, sua formação, está doente, alienado, anestesiado, num sono profundo, fantasiado de nomes que não são o seu.
Ou cada professor assume a condição - reflexão - do seu processo de formação, como algo que está sendo parido por ele mesmo - e que por isso trará dores do parto também - sem os fantasmas teóricos lhe paralisando a ação, ou então ele se considerar "formado",morto na sua criação, morto na sua curiosidade,morto na sua reflexão, morto na sua paixão.
Morto na sua capacidade de seduzir o outro para a opção do prazer em assumir a sua formação.



Escrito por Daiane Lopes às 02h15
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"Os educadores experientes não são aqueles que estimulam a transpor as barreiras exteriores, mas os obstáculos secretos. Não são aqueles que transformam seus filhos e alunos em depósito de informações mas os que estimulam seu apetite intelectual e os animam a digerir informações".
( Augusto Cury )




Escrito por Daiane Lopes às 01h57
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O modismo dos blogs


A cada dia que passa, navegando pela internet, encontro mais e mais blogs de professores destinados a sugerir atividades para os colegas de profissão. Muitos fotografam suas aulas e expõem suas experiências positivas – estes eu admiro. O que me assusta é a quantidade de blogs sem compromisso com o verdadeiro sentido de educar.
O que é educar realmente? Educar é transformar o animal humano em cidadão ativo e participativo na sociedade. É levar os alunos a crítica, ao questionamento, é desenvolver habilidades. A escola deve exercer um papel de humanização a partir da aquisição de conhecimentos e de valores para a conquista do exercício pleno da cidadania. E educar para a cidadania é educar para uma democracia que dê provas de sua credibilidade de intervenção na questão social e cultural. Isto exige uma prática educativa, participativa, dialógica e democrática, que supere a cultura autoritária – de simples transmissão de conhecimento. Todas as atividades escolares devem promover a construção conjunta.
Não é um trabalho fácil nem tampouco simples. Como já dizia Paulo Freire "Educação não transforma o mundo. Educação muda pessoas. Pessoas transformam o mundo". Será que os professores não sabem que tem nas mãos este poder e esta responsabilidade? Creio que sabem mas nem todos tem coragem, engajamento e paixão suficiente para “por a mão na massa” e educar de forma efetiva, significativa.
Vejo blogs elogiadíssimos onde há um “copia e cola” de livros didáticos e pedagógicos. Alguns com imagens ainda nítidas que podem servir como material de pesquisa, outros nem isso. E onde está a análise crítica? O que fazer com o material exposto? Simplesmente achar bonitinho, xerocar e transmitir aos alunos? Creio que alguns vão unir os diversos materiais e planejar o que fazer com ele – adaptar a realidade da instituição em que trabalha e as necessidades de seus alunos. Mas estes são a exceção – o que confirma que há uma regra. A grande maioria vai transmitir e só.
É fundamental filtrar a quantidade de informação que é transmitida através da internet. Quantidade NÃO é qualidade. Quantidade não educa.
Outro dado igualmente assustador é ver educadores que se preocupam exageradamente com paineis, murais, lembranças, enfeites de toda ordem – feitos por eles – belíssimos sem duvida, mas sem sentido algum. Não quero aqui defender a idéia de manter uma sala de aula feia e sem atrativos visuais, não é isso. Mas me pergunto se todo educador é artesão. Se todos têm habilidades manuais. Se todas as escolas têm recursos e materiais disponíveis para a confecção. E ainda, se isto é dado pronto às crianças. Não é de se estranhar que existem aqueles que menosprezam a profissão de professor e acham que aprendemos nos cursos de pedagogia artesanato, que nossas provas são como escrever em papel pardo ou coisas do tipo. A questão é ainda mais grave se pensarmos que aprendemos exatamente o oposto. Aprendemos a valorizar e a incentivar a criatividade dos alunos e que são eles, e suas construções e descobertas, que devem ser expostas nos paineis, murais, se são as lembranças que eles confeccionam as significativas e não aquelas que vem prontas e mesmo muito bem feitas acabam, em breve, na lata do lixo.
E o tempo perdido com isso? Não poderia ser gasto planejando uma aula dinâmica, interativa, emocionante? Não poderia ter sido gasto lendo um bom livro que acrescentasse em sua práxis? Então, o que proponho é a prática do professor orientador, facilitador, amigo, parceiro, e não detentor do saber absoluto. Propor a prática da construção de conhecimento junto com os alunos. Do professor – educador e não artesão.
Não quero desrespeitar o trabalho de ninguém mas sim levantar a questão para uma reflexão. Os artesãos devem ser respeitados e valorizados pelo seu trabalho e o professor, pelo dele, cada um exercendo a sua função.
Presentear os alunos e enfeitar junto com eles o ambiente escolar é fundamental e importante sim, é óbvio, mas o que quero enfatizar é o como fazer isso e aliar tal prática ao objetivo mor que é educar, no sentido pleno da palavra.
Todas as atividades escolares devem promover a construção conjunta. "...
aprender não é um ato findo. Aprender é um exercício constante de renovação..." Portanto, pensem nisso...


Escrito por Daiane Lopes às 01h50
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Referencial Curricular Para Primeira Educação Infantil

 

Uma proposta curricular para crianças de 0 a 3 anos, não pode ser estabelecida partindo de uma concepção que não leve em conta, em primeira instância, quem é essa criança que estamos educando.

A primeira escola não pode considerar que o importante é mostrar à elas experiências sistematizadas da nossa cultura. Sendo necessário formalizar uma proposta curricular nas instituições que trabalham com crianças de meses até 3,4 anos é preciso fazer isso, respeitando e muito a criança.

E para isso é preciso entender quem é essa criança, fazendo isso estamos compreendendo que é nessa fase da vida que os pequenos precisam viver o mundo. E assim considerando a escola deve proporcionar aos educandos experiências ricas de sentido e significado. A aprendizagem mais importante nessa etapa da escolarização é a sua constituição como sujeito, que participa de uma sociedade e de um ambiente e portanto as necessidades dela estão voltadas para sua formação pessoal e social, para forma de viver relações com pessoas, materiais e ambientes. Vendo por essa ótica, compreendemos que a forma de relação da criança nesse período da sua vida esta significada na exploração, na imitação, na brincadeira e na construção de vínculos seguros que dêem conta de garantir as suas necessidades básicas de afeto, emoção, bem estar físico, curiosidades e desejos.

Apenas se priorizarmos e respeitarmos esse tempo que a criança leva para se construir como sujeito daremos conta da função da escola de cuidar-educar.

A proposta de um referencial curricular para esse segmento da educação com certeza dar vazão as áreas de formação pessoal e social, considerando eixos como: cuidados pessoais de si, do outro, o eu e o outro, conhecimento de si, conhecimento de seu corpo, sono, descanso, adaptação, entre tantos outros.

 



Escrito por Daiane Lopes às 16h14
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ENSINO MÉDIO.

O ensino médio com duração mínima de três anos é a etapa final da educação básica, tem por finalidade desenvolver o educando, assegurar-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores.
Apartir do ano de 1998 o antigo 2° grau técnico foi desmembrado em ensino médio e curso técnico profissionalizante. Passando este a ter 2.400 horas de formação específica e os cursos técnicos profissionalizantes a carga horária variável para adaptar-se as características de cada qualificão profissional. A escola pode organizar seus períodos letivos da maneira como melhor convir, porém é necessário o cumprimento de no mínimo 800horas aula e 200 dias letivos. A atribuição da carga horária de cada um dos componentes curriculares pode ser distribuída conforme a necessidade da escola.
O currículo de ensino médio deve ser organizado observando asDiretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental e Médio. Os currículos devem ser elaborados apartir de planos de estudo condizentes com o projeto político pedagógico da escola, construídos coletivamente, envolvendo o corpo docente, discente, comunidade e mantenedora. A elaboração dos planos de estudo deve conter a relação dos componentes curriculares decorrentes das áreas de estudo definidas nas diretrizes curriculares nacionais e a relação das áreas de estudo de livre escolha das escolas que devem atender as características culturais e regionais da sociedade, da cultura da economia e da clientela. Os planos de estudo devem trazer uma visão clara daquilo que vai ser estudado, quando se dará esse estudo, por quanto tempo, e quais os objetivos, os conteúdos e a profundidade com que serão abordados os temas.
A organização do curriculo do ensino médio deve se basear em uma proposta que alcance as mudanças frequentes nas áreas do conhecimento, sendo esta um instrumento que garanta ao aluno habilidades que o permitam fazer uma leitura crítica do mundo e competências que promovam o desenvolvimento pessoal destes.
Para a escola oferecer o ensino médio deve contar com profissionais devidamente habilitados, requisitos institucionais, prédio, materiais e equipamentos próprios, suficientes e adquados, essas condições devem ser efetivamente comprovadas, na realidade da escola e não apenas estabelecidas em compromissos formais.
Seguem denominados alguns requisitos institucionaisnecessários para que as escolas sejam permitidas de oferecer o ensino médio: projeto pedagógico, regimento escolar, plano de estudo, plano de trabalho, profissionais da educação devidamente habilitados, corpo técnico-administrativo-pedagógico devidamente capacitado, recursos físicos de acordo com normas previamente estabelecidas capazes de atender todas as exigências
.



Escrito por Daiane Lopes às 19h59
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CONSTRUÇÃO DE UM LIVRO PARA DEFICIENTES VISUAIS:
SENSIBILIZAÇÃO AOS ESTÍMULOS LITERÁRIOS.

 É sabido que o gosto pela leitura vai crescendo, a medida em que o livro nos envolve e nos faz sair do lugar comum para entrarmos em um mundo particular de imaginação, fantasia e conhecimento. Com base nesses conceitos, os livros infantis aperfeiçoam, cada vez mais, as ilustrações, as cores, e a magia graciosa com que são editados. Porém esses estímulos são percebidos apenas por aqueles que têm visão para os captarem; o deficiente visual conta apenas com sua imaginação para tornar agradável o momento da leitura. Pensando nesses aspectos surgiu a proposta de traduzir as imagens de um livro infantil em ilustrações texturizadas, com alto relevo que estimulassem a sensibilidade tátil e olfativa do leitor não vidente, e com textos escritos em braile. Deste modo buscamos contribuir para que a obra toque a emoção do aluno, adquirindo significado no seu contexto de vida e, incentivando o desenvolvimento do amor pela leitura .

 



Escrito por Daiane Lopes às 19h52
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BIBLIOTECA: UM ESPAÇO PARA PESQUISAR E APRENDER.

Esta observação se propõe a analisar as reações e as atitudes das crianças quando em contato com a leitura e a pesquisa em uma biblioteca, além de observar o estímulo proporcionado pelos funcionários no intuito de promover situações de desenvolvimento cognitivo e lazer ao público alvo. Para isso foram utilizadas observações com características etnográficas, que por sua vez primam pela riqueza de detalhes. Pôde-se observar que as primeiras reações nas crianças que necessitavam desenvolver atividades de pesquisas era de aversão. Entretanto, à medida em que descobriam curiosidades e informações interessantes nos livros iam envolvendo-se e realizando o trabalho com mais prazer. Este estudo pressupõe disposição dos alunos em freqüentar a biblioteca, mas em contrapartida não foi observada nenhuma interferência pedagógica oriunda dos funcionários que contribuísse para o incentivo de situações de aprendizagem e/ou lazer para os freqüentadores.

Palavras-chave: biblioteca, crianças, pesquisas.

 

 

 



Escrito por Daiane Lopes às 11h26
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Agradeço sua visita, espero que esse espaço possa oportunizar momentos de trocas e crescimento nessa área tão importante que é a educação.



Escrito por Daiane Lopes às 09h35
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Esta é a autora do blog.




Escrito por Daiane Lopes às 09h22
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